domingo, 8 de novembro de 2015

Dulce Pontes


Valorizemos a Vida


Tudo a Ti desejo um pouco!

Andrea Bocelli


Frida Khalo

Onde não puderes amar, não te demores!


Sad Violino


Farol da Vida

Ludovico Einaudi


Café com Arte


Canto Della Terra


Além do Tempo II


domingo, 1 de novembro de 2015

Mensagem do Dia


Cabe ao Tempo

Não te queixes. Trabalha. 
Não te irrites. Silencia.
Não pares. Segue adiante.
Não discutas. Demonstra.
Não condenes. Ampara.
Não critiques. Abençoa.
Fala auxiliando para o bem.
Serve sem reclamar.
Não te percas em palavras vazias.
Cabe ao tempo tudo esclarecer em nome de Deus.
Emmanuel

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Espelho Retrovisor

Na Arte consiste um espelho retrovisor..................


                                                                                                                                                    A transparência da alma




quinta-feira, 8 de outubro de 2015

A dança


Vem...

Vem pra vida!
Vem dançar com a leveza de ser 
A melhor parte de você!!!



Fotografias D"alma

Roma, Ponte Sisto.



Foto: 

Anna del Valle Martí




Podemos,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, basta abrir olhos do coração!


nino qatamadze quchashi ertxel


E no pouco, no muito...

Está a grandeza!!!



Lamartine

O sentimento é a poesia da imaginação.

Alphonse Marie Louis de Lamartine

França 
21 Out 1790 // 28 Fev 1869 
Poeta/Novelista/Politico 




Renato Russo...


domingo, 4 de outubro de 2015

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Vinicíus de Moraes

VOCÊ, COM AMOR

Rio de Janeiro , 2004

O amor é o murmúrio da terra 
quando as estrelas se apagam 
e os ventos da aurora vagam 
no nascimento do dia... 
O ridente abandono, 
a rútila alegria 
dos lábios, da fonte 
e da onda que arremete 
do mar... 

O amor é a memória 
que o tempo não mata, 
a canção bem-amada 
feliz e absurda... 

E a música inaudível... 

O silêncio que treme 
e parece ocupar 
o coração que freme 
quando a melodia 
do canto de um pássaro 
parece ficar... 

O amor é Deus em plenitude 
a infinita medida 
das dádivas que vêm 
com o sol e com a chuva 
seja na montanha 
seja na planura 
a chuva que corre 
e o tesouro armazenado 
no fim do arco-íris.



Nina Simone

Feeling Good


Jazz


O jazz surgiu nos Estados Unidos no começo do século XX. O gênero surgiu da variação de dois outros estilos: ele traz o swing e a improvisação do ragtime com a incorporação das blue notes (notas semitonadas com uma característica mais melancólica), do blues. A principal característica do jazz é que ele não se apega a uma estrutura fixa ou a uma partitura. A improvisação é um dos elementos-chave aqui, dando espaço para que os artistas possam ter liberdade na execução de uma música. Ele tem que se ater apenas a algumas estruturas harmônicas.

Essa liberdade no jazz faz com que a melhor forma de apreciar o gênero seja ao vivo, já que uma apresentação de uma banda ou artista pode ser sempre diferente da outra. Uma curiosidade bacana é que os músicos de jazz do passado frequentemente tentavam superar uns aos outros. Uns faziam isso na hora de compor suas músicas. Já outros, desafiavam seus concorrentes para “batalhas musicais” onde faziam uma jam session para ver quem era melhor ao vivo.

Uma banda comum de jazz apresenta um instrumento solista (como uma trompete ou saxofone) acompanhado por uma secção rítmica (bateria, baixo e contrabaixo) e instrumentos harmônicos (piano e guitarra). Quanto aos artistas do estilo, eles costumam se apresentar em trios e quartetos ou nas big bands, formadas por diversos integrantes. Outra coisa importante a se entender é que o jazz possui diversos sub-estilos dentro de si: Hard pop, new orleans, swing, third stream, post bop…
o jazz é um estilo com muitas vertentes e variações, cada uma delas com suas grandes estrelas e expoentes.

Duke Ellington
Charlie “Bird” Parker
 Miles Davis
Bill Evans
Thelonious Monk
John Coltrane
Herbie Hancock
Louis Armstrong
Dizzy Gillespie

Café e Jazz


Bom diaaaaaaa!





domingo, 20 de setembro de 2015


Muita leveza!!


Vinícius de Morais




O amor é o murmúrio da terra 
quando as estrelas se apagam 
e os ventos da aurora vagam 
no nascimento do dia... 
O ridente abandono, 
a rútila alegria 
dos lábios, da fonte 
e da onda que arremete 
do mar... 

O amor é a memória 
que o tempo não mata, 
a canção bem-amada 
feliz e absurda... 

E a música inaudível... 

O silêncio que treme 
e parece ocupar 
o coração que freme 
quando a melodia 
do canto de um pássaro 
parece ficar... 

O amor é Deus em plenitude 
a infinita medida 
das dádivas que vêm 
com o sol e com a chuva 
seja na montanha 
seja na planura 
a chuva que corre 
e o tesouro armazenado 
no fim do arco-íris.

domingo, 6 de setembro de 2015


Se é na sutileza,
Que reside a exuberância.
Busco ressonância,
...Nos ideais do amor.
Liquidificaram,
As relações da lida.
Não há mais-valia
A agonia atenuou.

Quem de pé ficará?
Se a luta acomodar
Diga quem nos dirá?
Quem viver, provará!
Nossa emancipação!
Nossa emancipação!
Parece que enferrujou,
A bala perdida que me alcança
A ferradura que me calça,
A alça, a lança tranca,
A resistência necessária
Oxidou,
A ponte, a fonte,
A chance de fundir o que rachou
E difundir pra gerações
A demanda do mundo é amar!
Quem de pé ficará?
Se a luta acomodar
Diga quem nos dirá?
Quem viver, provará!
Nossa emancipação!
Nossa emancipação!
Quando há ferrugem, no meu coração de lata!
Quando há ferrugem, no meu coração de lata!
É quando a fé ruge, e o meu coração dilata!
É quando a fé ruge, e o meu coração dilata!
Mente
Não há barreira, fechadura ou ferrolho que possas impor à liberdade da minha mente.
Virginia Woolf

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Decálogo do Escritor





Primeiro.
Quando tiveres algo para dizer, dize-o; quando não, também. Escreve sempre.
Segundo.
Nunca escrevas para teus contemporâneos, nem muito menos, como fazem tantos, para teus antepassados. Faze-o para a posteridade, na qual sem dúvida serás famoso, pois é bem sabido que a posteridade sempre faz justiça.
Terceiro.
Em nenhuma circunstância esqueças o célebre dictum: "Na literatura não há nada escrito".
Quarto.
O que puderes dizer com cem palavras, dize-o com cem palavras; o que com uma, com uma. Nunca empregues o termo médio; assim, jamais escrevas nada com cinquenta palavras.
Quinto.
Embora não o pareça, escrever é uma arte; ser escritor é ser um artista, como o artista do trapézio, ou o lutador por antonomásia, que é aquele que luta com a linguagem; para esta luta exercita-te de dia e de noite.
Sexto.
Aproveita todas as desvantagens, como a insônia, a prisão, ou a pobreza; a primeira fez a Baudelaire, a segunda a Pellico e a terceira a todos teus amigos escritores; evita, pois, dormir como Homero, a vida tranquila de um Byron, ou ganhar tanto como Bloy.
Sétimo.
Não persigas o sucesso. O sucesso acabou com Cervantes, tão bom novelista até Quixote. Embora o sucesso seja sempre inevitável, procura um bom fracasso de vez em quando para que teus amigos se entristeçam.
Oitavo.
Forma um público inteligente, que se consegue mais entre os ricos e os poderosos. Desta maneira não te faltarão nem a compreensão, nem o estímulo, que emana destas duas fontes.
Nono.
Crê em ti, mas não tanto; duvida de ti, mas não tanto. Quando sentires dúvida, crê; quando creres, duvida. Nisto se apoia a única verdadeira sabedoria que pode acompanhar um escritor.
Décimo.
Trata de dizer as coisas de maneira que o leitor sinta sempre que no fundo é tanto ou mais inteligente que tu. De vez em quando procura que o seja efetivamente; mas para conseguir isso terás que ser mais inteligente que ele.
Décimo primeiro.
Não esqueças os sentimentos dos leitores. No geral é o melhor que têm; não como tu, que careces deles, pois de outro modo não intentarias meter-te neste ofício.
Décimo segundo.
Outra vez o leitor. Tanto melhor escrevas, mais leitores terás; enquanto lhes dês obras cada vez mais refinadas, um número cada vez maior desejará tuas criações; se escreves coisas desordenadamente aos montes, nunca serás popular e ninguém tratará de te tocar o paletó na rua, nem te apontará o dedo no supermercado.
O autor dá a opção ao escritor de descartar dois destes enunciados, e ficar com os dez restantes.
N. B.: Traduzido por Helton Cenci do original em castelhano de Augusto Monterroso.


















quarta-feira, 19 de agosto de 2015

NAS CORDAS DO VIOLÃO


 
Fiz meu rancho na montanha
Bem na beira do riacho
Onde a beleza é tamanha
E a chuva inventa barganha
E ganha do sol espaço

E quando chega a noitinha
O banquinho e o violão
Juntam-se à alma minha
Quando a voz se faz madrinha
No timbre de uma canção

Na desinência de grau
Da viola mais o ão
Do erudito ao jirau
Sob estrelas faz sarau
Magistrado violão

O ébano que te apraz
Tem a força da paixão
Na escala em que o belo jaz
No compasso pertinaz
Faz tremer o coração

E lá na beira da mata
Num viver sem ilusão
Meu fado rola em cascata
A lua atarraxa a prata
Nas cordas do violão


(Elair Cabral)

Mãos

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Dentro de mim - Luis Kiari





Sempre que eu canto chove

Sempre que eu canto chove
https://www.youtube.com/watch?v=mVddQNWEv0E
Sempre que eu canto chove. 
Qual será a relação 
Do meu canto com a água, 
Minha voz na imensidão?

Sempre que meu canto escorre 
No quintal, turva a visão. 
Rio baixo e deságuo,
Choro seco no ser-tão.

Chão rachado rosto inteiro. 
A represa, a prisão, evapora, deixa marcas. 
Barro o peito em suspensão.

Há de viver e ser um ser intenso.
Rio em seu curso busca o mar
Pra ser imenso. 
Há de chover um canto cheio 
Para dar corpo e atravessar
Profundo o leito.

Sempre que eu canto chove 
Qual será a relação? 
Calo, ouço e me afogo 
Gota a gota na canção

Se anoitece no terreiro,
Pleno dia escuridão,
Céu da boca se anuveia,
Me desato grão em grão.


Há de viver e ser um ser intenso.
Rio em seu curso busca o mar 
Pra ser imenso. 
Há de chover um canto cheio 
Para dar corpo e atravessar, 
Profundo leito.

Composição: Luis Kiari e Matheus von Kruger

O que passou, passou, mas o que passou luzindo, resplandecera para sempre. Johann Goethe


Quem se lembra???


quarta-feira, 29 de julho de 2015

PABLO NERUDA

"Em teu abraço eu abraço o que existe
a areia, o tempo, a árvore da chuva
E tudo vive para que eu viva:
sem ir tão longe posso vê-lo todo:
vejo em tua vida todo o vivente."